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Quais são as consequências do racismo?

Quem sofre racismo com frequência e em situações variadas está mais sujeito a apresentar problemas psicológicos, afirma estudo. São Paulo – Sofrer racismo com frequência e em diversas situações torna as pessoas mais sujeitas a ansiedade, depressão e problemas com drogas. A descoberta é de pesquisadores americanos.

Nestes thirteen anos, as políticas de promoção da igualdade racial promoveram avanços para a população negra brasileira. A redução da pobreza, a ampliação do acesso à universidade e ao mercado de trabalho, a implementação de políticas públicas específicas voltadas para comunidades tradicionais de matriz africana, quilombolas e ciganas, além do reforço de mecanismos de denúncia do racismo são alguns exemplos de programas e ações bem sucedidos.

Workshop inteligência de gênero .

O estudo ancora-se numa perspectiva crítica de educação que analisa livros didáticos e a literatura infanto-juvenil como artefatos de currículo. Discutimos a articulação entre movimentos sociais negros e aparelhos estatais e sua possível relação com mudanças nos editais do Programa Nacional do Livro Didático.

Estatuto Da Igualdade Racial Completa Oito Anos

No Brasil, a Lei nº 12.288/10, de autoria do Senador Paulo Paim, instituiu o Estatuto da Igualdade Racial. Segundo o artigo 1º, o Estatuto da Igualdade Racial tem por objetivo “combater a discriminação racial e as desigualdades raciais que atingem os afro-brasileiros, incluindo a dimensão racial nas políticas públicas desenvolvidas pelo Estado”. Já desigualdades raciais, por sua vez, como sendo “situações injustificadas de diferenciação de acesso e gozo de bens, serviços e oportunidades, na esfera pública e privada”. Neste artigo, analisamos a complexa relação entre políticas de promoção de igualdade racial e programas de distribuição de livros didáticos.

Por gentileza, defina o que seria “justiça racial”, @LRobertoBarroso.
Não deveria existir igualdade ao contrário de implantar a segregação no Brasil?
Os senhores possuem voto popular?
Os senhores podem legislativar?@SenadoFederal pic.twitter.com/mYGZTlnkVj

— Marcella BOLSONARO 🇧🇷🇧🇷🇧🇷 (@MarizMarcella) August 26, 2020

Os resultados são considerados preliminares e apontam mais para a permanência do que para mudanças nos discursos dos livros que hierarquizam brancos e negros, sendo mais notáveis as mudanças em livros de ciências. Analisamos, ainda, resultados de desenhos e entrevistas sobre a rememoração de imagens do negro em livros didáticos por estudantes negros de 5ª a 7ª série. consultoria sobre empoderamento feminino aqui. Os discursos racistas constantes nos livros didáticos são percebidos pelos estudantes e causam constrangimento e mal-estar, ou seja, atuam como uma das formas de racismo institucional presentes nas escolas e podem ter parcela de participação nos resultados piores que o alunado negro aufere no ensino. .

  • A lei garante às pessoas negras a igualdade de oportunidades, a defesa de seus direitos e o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnica.
  • Resultado da luta da população negra, o Estatuto da Igualdade Racial representa um importante avanço para o aprimoramento das políticas de seguridade social, saúde, esporte, cultura, livre exercício dos cultos religiosos, acesso à terra, moradia, educação, trabalho e renda.
  • A redução da pobreza, a ampliação do acesso à universidade e ao mercado de trabalho, a implementação de políticas públicas específicas voltadas para comunidades tradicionais de matriz africana, quilombolas e ciganas, além do reforço de mecanismos de denúncia do racismo são alguns exemplos de programas e ações bem sucedidos.
  • Nestes 13 anos, as políticas de promoção da igualdade racial promoveram avanços para a população negra brasileira.

Uma vez que as mudanças nos livros são tênues, os alunos negros clamaram por mudanças expressivas com veemência. Outro ponto importante do Estatuto diz que a herança cultural e a participação da população negra na história do Brasil precisam aparecer na produção veiculada nos órgãos de comunicação. Acesse aqui para ter mais detalhes sobre Sensibilização da Diversidade & Inclusão.

Nas últimas duas décadas, políticas públicas de natureza diversa, adotadas em diferentes níveis de governo, têm sido capazes de impulsionar a construção das bases da igualdade. Indicadores socioeconômicos de toda ordem mostram uma melhoria nas condições de vida da população negra, bem como no acesso a serviços e direitos. Nesse período, homens e mulheres negras viram sua renda, expectativa de vida e acesso à educação – para citar apenas os componentes do Índice de Desenvolvimento Humano – avançarem de forma mais acelerada do que as da população branca. Para fazer frente a esse cenário, o Estatuto prevê políticas públicas e ações afirmativas para a promoção da igualdade racial na educação, na saúde, no mercado de trabalho, no acesso à terra a moradia, nos meios de comunicação e nas políticas culturais. O Estatuto da Igualdade Racial é, também, um marco fundamental no reconhecimento do racismo enquanto fenômeno estrutural na sociedade brasileira, com impactos de diversos níveis, especialmente na vida e nos direitos da população negra.

Tais editais mantêm prescrições de caráter genérico e negativo, mas também contêm formulações propositivas e específicas, afirmando que os livros devem promover a valorização dos diferentes segmentos étnico-raciais da sociedade brasileira. Discutimos resultados de pesquisas sobre relações entre negros e brancos em livros didáticos de língua portuguesa, história, geografia e ciências.

Conforme a lei define, a desigualdade social engloba toda situação injustificada de diferenciação de acesso e fruição de bens, serviços e oportunidades, nas esferas pública e privada, em virtude de raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica. Convidamos também os leitores a lerem o estatuto, que traz uma série de diretrizes buscando ampliar direitos em diversas áreas para os segmentos historicamente discriminados na sociedade brasileira, como negros e índios. São artigos que tratam de acesso ao mercado de trabalho e à terra, à liberdade de crença e a políticas de saúde, educação, cultura, esporte, entre outras.

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Resultado da luta da população negra, o Estatuto da Igualdade Racial representa um importante avanço para o aprimoramento das políticas de seguridade social, saúde, esporte, cultura, livre exercício dos cultos religiosos, acesso à terra, moradia, educação, trabalho e renda. Nesta segunda-feira , o Estatuto da Igualdade Racial completou 10 anos. A lei garante às pessoas negras a igualdade de oportunidades, a defesa de seus direitos e o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnica. No Distrito Federal, onde os negros somam fifty seven,6% da população, quem cuida da promoção das políticas públicas de enfrentamento ao racismo e à discriminação racial é a Secretaria de Justiça e Cidadania , que registra avanços na pauta. Construir pontes que aproximem as realidades de brancos e negros no Brasil é um desafio monumental de engenharia social e econômica.

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