Veja algumas mais impactantes De um vídeo de João Doria à Ursal, a campanha de 2018 fez o eleitor redobrar a atenção contra a propagação de informações falsas As eleições desse ano foram recheadas por fake news, criadas e distribuídas por usuários nas redes sociais e até pelos próprios candidatos. Veja aqui e nos portais de informação, quais foram as mais marcantes fake news das eleições abaixo:

Urna Programada

A urna que ao digitar “1” sugeria Haddad

Houve um vídeo que distribuíram nas redes sociais, entre as notícias falsas das eleições, no dia 7 de outubro, no primeiro turno das eleições para presidente, que mostrava que a urna eletrônica indevidamente sugeria o representante do PT, Fernando Haddad, assim que qualquer um que fosse votar pressionasse o dígito 1.

Como prova, a Justiça Eleitoral desmentiu a situação e garantiu que o vídeo era propositalmente falso, dizendo que uma terceira pessoa digitou o restante do número enquanto o autor da gravação exibiu apenas o que interessava, a tela da urna. “Não há a chance de a urna completar automaticamente o voto para o eleitor, e isso pode ser facilmente provado pela auditoria de votação paralela”.

Informações

Vídeo proibido para menores

Possível vídeo de João Doria.

Distribuíram nas redes sociais, um vídeo de pornografia com seis mulheres e foi relacionado ao candidato ao Governo de São Paulo João Doria (PSDB), no dia 23 de outubro. Hoje como governador, Doria chamou o vídeo de ” fake news ” e desmentiu o ocorrido.

O laudo da perícia contratada pelo governador comprovou que o ator do vídeo não é o Doria e mostrou que era uma montagem. Assim, os advogados do governador confirmaram que “entrarão com uma representação criminal na Justiça Eleitoral em razão da divulgação do vídeo para apurar a autoria do crime de difamação eleitoral e notícias falsas”.

Kit Gay

Foi exibido por Bolsonaro um suposto livro “Kit Gay” no Jornal da Globo.

Jair Bolsonaro, em entrevista ao Jornal Nacional, exibiu um exemplar do livro “Aparelho Sexual e Cia”, da editora Seguinte (Companhia das Letras). Segundo ele, o livro fazia parte do material do programa Escola Sem Homofobia (acabou sendo conhecido como Kit Gay), desenvolvido pelo Ministério de Educação quando Haddad era ministro.

Porém, segundo o MEC, o livro nunca foi distribuído nas escolas. Após isso, determinado pelo Tribunal Superior Eleitoral, a remoção de vídeos, postagens no Youtube e nas redes sociais que coligassem Haddad à essa notícia falsa do “kit gay”.

Símbolo proibido

Suástica marcada na pele de uma jovem

Uma jovem de 19 anos acusou ter sido agredida por eleitores de Bolsonaro, que a cortaram com um estilete na intensão de formar uma suástica na barriga, um dia após à votação do primeiro turno.

Foi constatado em uma investigação da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, que a estudante fez os cortes em si mesmo e não foi agredida por terceiros. Essa imagem da suástica na barriga da moça chegou a ser publicada na propaganda eleitoral do candidato Fernando Haddad, que também comentou a agressão em suas mídias sociais.

Facada vinda do PT

Adelio de Oliveira estava em ato pró-Lula

Uma imagem que circulou nos principais meios de comunicação da internet, mostrava Adelio Bispo de Oliveira, o homem deu a facada em Bolsonaro, próximo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um ato do PT.

Essa imagem chegou a ser compartilhada por um senador do PR, Magno Malta, um dos principais aliados de Bolsonaro. Foi comprovado rapidamente que a imagem era uma montagem , provando que era falsa.

A imagem é de autoria do fotógrafo Ricardo Stuckert e está em reportagens de vários canais. A imagem falsa, feita por amadores, posiciona o rosto de Adelio no local onde estava o rosto de um homem de óculos de sol, próximo a bandeira verde.

O Torturador

Geraldo Azevedo foi torturado por Mourão

Geraldo Azevedo, compositor e cantor, afirmou que Mourão, vice de Bolsonaro, na época da ditadura era torturador e que havia sido pessoalmente torturado por ele em 1969.

Porém, comprovando que era notícia falsa, nesse período, Hamilton Mourão tinha completado 16 anos e não fazia parte de alguma das forças armadas do Brasil.

Essa notícia falsa chegou a ser espalhada até por Fernando Haddad, que afirmou numa entrevista realizada pela revista Época que Mourão foi torturador. Após a reflexão, Geraldo Azevedo voltou atrás e pediu desculpas pelo engano.

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