Saiba detalhes sobre diversidade & Inclusão

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— Uefy (@Uefyerryeni) August 25, 2020

Segundo o artigo 208 da Constituição Brasileira, é dever do Estado disponibilizar e garantir o atendimento educacional especializado a pessoas com deficiência. Também se faz necessário que as escolas tenham profissionais capacitados no ensino regular para que possam auxiliar de maneira efetiva todos os alunos com algum tipo de necessidade especial.

Acesse aqui para ter mais detalhes sobre Sensibilização da Diversidade & Inclusão. Para ilustrar, a falta de acessibilidade em transportes públicos, prédios públicos e privados de uso coletivo, scorchingéis, universidades, escolas, restaurantes e lugares públicos em geral é um entrave para a inclusão social, impede o direito de ir e vir e a autonomia da pessoa com deficiência. No entanto, mais que simplesmente cumprir a lei, a inclusão escolar de portadores de deficiência na rede common de ensino reforça o amplo debate sobre os direitos de integração à sociedade como cidadãos de fato.

Ao longo da história, a deficiência esteve permeada por um olhar assistencialista, de pena, de superproteção. “Transformar esse olhar em uma concepção de direitos humanos é uma tarefa complexa, que exige compromisso de toda a comunidade escolar e uma mudança interna dos professores”, conta Guacyara Labonia Guerreiro, coordenadora-geral da Mais Diferenças, organização que defende a educação e a cultura inclusivas. Em vez de enxergar limitações no aluno – ou rótulos que os diagnósticos lhe impõem –, é preciso entender quais são as barreiras de ambiente e atitudinais que a criança e o jovem enfrentam. O papel da escola é oferecer condições para que o indivíduo não seja ocultado por elas.

Qual a importância da inclusão de alunos com deficiência no ensino regular?

A inclusão dos portadores de deficiências na escola regular está garantida por lei. O Poder Público segundo a LDB 9394/96 coloca, como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educando com necessidades especiais, na própria rede pública regular de ensino.

Workshop inteligência de gênero .

A inclusão social orientou a elaboração de políticas e leis na criação de programas e serviços voltados ao atendimento das necessidades especiais de deficientes nos últimos 50 anos. Este parâmetro consiste em criar mecanismos que adaptem os deficientes aos sistemas sociais comuns e, em caso de incapacidade por parte de alguns deles, criar-lhes sistemas especiais em que possa participar ou tentar acompanhar o ritmo dos que não tenham alguma deficiência específica. Tem sido prática comum deliberar e discutir acerca da inclusão de pessoas com algum tipo de deficiência mencionando direitos inerentes a uma deficiência específica, ou então abrangendo-os de forma generalizada, sem distinguir entre os diferentes tipos de deficiência. Boa tarde, Sou diretora de uma Escola de Educação Especial e vejo a inclusão como uma conquista das pessoas com deficiência. Temos na escola uma Equipe Multidisciplinar que atende às escolas comuns do município fazem o trabalho de apoio à inclusão.

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Ou seja, uma criança portadora de deficiência não deve ter de procurar uma escola especializada. Ela tem direito a cursar instituições comuns, e é dever dos professores elaborar e aplicar atividades que levem em conta as necessidades específicas dela. Lei 13146/15), que se destina a “assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania”.

  • Tem sido prática comum deliberar e discutir acerca da inclusão de pessoas com algum tipo de deficiência mencionando direitos inerentes a uma deficiência específica, ou então abrangendo-os de forma generalizada, sem distinguir entre os diferentes tipos de deficiência.
  • Este parâmetro consiste em criar mecanismos que adaptem os deficientes aos sistemas sociais comuns e, em caso de incapacidade por parte de alguns deles, criar-lhes sistemas especiais em que possa participar ou tentar acompanhar o ritmo dos que não tenham alguma deficiência específica.
  • A inclusão social orientou a elaboração de políticas e leis na criação de programas e serviços voltados ao atendimento das necessidades especiais de deficientes nos últimos 50 anos.

Os índices de evasão nos anos finais e no ensino médio são alarmantes, o que comprova que esse público sequer está tendo garantidos o seu direito ao percurso escolar. Vamos continuar estudando e nos profissionalizando para que um dia a educação seja realmente eficiente para todos deficientes ou não. Uma das maiores defensoras da educação inclusiva no Brasil, Maria Teresa Mantoan é crítica convicta das chamadas escolas especiais. Ironicamente, ela iniciou sua carreira como professora de educação especial e, como muitos, não achava possível educar alunos com deficiência em uma turma common.

Entretanto, percebo que ainda há um grupo de estudante que não se adaptam ao ensino comum e buscam na Escola Especial um espaço de proteção. Trabalhamos com um filosofia que busca atender às necessidades individuais de cada um de nossos estudantes e nesse momento percebo a Escola Especial como basic para o sucesso do processo de inclusão. Essa política precisa ser aperfeiçoada e melhorada, pois garantir o acesso não significa garantir o sucesso.

consultoria sobre empoderamento feminino aqui. A educadora mudou de idéia em 1989, durante uma viagem a Portugal. Lá, viu pela primeira vez uma experiência em inclusão bem-sucedida. “Passei o dia com um grupo de crianças que tinha um enorme carinho por um colega sem braços nem pernas”, conta. No fim da aula, a professora da turma perguntou se Maria Teresa preferia que os alunos cantassem ou dançassem para agradecer a visita.

Art. 1º É instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. A legislação também obriga as escolas a terem professores de ensino common preparados para ajudar alunos com necessidades especiais a se integrarem nas courses comuns.

“Na hora percebi a mancada. Como aquele menino dançaria?” Para sua surpresa, um dos garotos pegou o colega no colo e os outros ajudaram a amarrá-lo ao seu corpo. “E ele, então, dançou para mim.” Na volta ao Brasil, Maria Teresa que desde 1988 é professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas deixou de se concentrar nas deficiências para ser uma estudiosa das diferenças. Com seus alunos, fundou o Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade. Para ela, uma sociedade justa e que dê oportunidade para todos, sem qualquer tipo de discriminação, começa na escola.

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3 Replies to “Educação Infantil”

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